Continuo com a campanha por um
MONUMENTO DE AMOR em Porto Alegre
com colocação de CADEADOS DE AMOR
na Fonte Talavera , em frente a Prefeitura.
Dia 27/03/2013 o jornal METRO publicou
reportagem sobre este movimento
O amor está na fonte...
vá lá e coloque teu cadeado
17MAR2013
Desde que foi divulgado pelo jornal
METRO os CADEADOS DOS AMOR
foram aumentando em número na fonte
Talavera e foi uma ideia simpática às pessoas
que manifestavam interesse em fazer uma declaração de amor.
Vinha fazendo campanha nas redes sociais e
distribuindo fotocópias da reportagem entre
amigos e clientes.
Mas fiquei surpreso dia 29(segunda-feira)
em constatar que os CADEADOS DO AMOR
foram RETIRADOS da Fonte Talavera
11 FEV 2014
quarta-feira, 27 de março de 2013 - 10h05 Atualizado em quarta-feira, 27 de março de 2013 - 10h07
RS: casais prendem cadeados na Fonte Talavera
Médico porto-alegrense quer transformar a grade da Fonte numa ‘filial’ gaúcha da famosa Pont des Arts, em Paris
Mônica Kanitz, do Metro Porto Alegrenoticias@band.com.br
Foi a visão dos milhares de cadeados deixados pelos amantes na famosa Pont des Arts que inspirou o médico Irajá Heckman, 52 anos.
“Se levei um cadeado para Paris, posso fazer o mesmo em Porto Alegre”, diz ele. A capital gaúcha pode não ter o cenário romântico da capital francesa, mas Heckman encontrou na grade que cerca a Fonte Talavera, no Paço Municipal, o lugar que parece perfeito para receber as provas de amor de metal.
Já está lá o cadeado de Irajá e o da namorada, Marina, de 44 anos. “Pedi para todos os meus amigos trazerem. Meu filho já deixou o seu e uma amiga também”, comemora o médico, um romântico assumido.
Agora, ele espera que mais pessoas ajudem a transformar a Talavera num ponto de romaria dos apaixonados. Reza a lenda que o casal que gravar seus nomes num cadeado e trancá-lo na Pont des Arts será feliz para sempre. Detalhe: a chave deve ser jogada no Sena.
O coordenador de Memória da Secretaria Municipal da Cultura, Luiz Custódio, diz que toda a manifestação do cidadão é bem-vinda. “Não cabe ao poder público incentivar ou proibir uma iniciativa como essa”.
Segundo ele, o importante é sempre o bom senso. “Se algum dia os cadeados se multiplicarem a ponto de cobrirem a visão da fonte, aí teremos que avaliar a situação. Vamos esperar!”, pondera.
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